Dica para Advogadas, Advogados e Estudantes de Direito – Vademecum Jurídico

Posted under Literatura Feminina by Editorial Estilo Feminino on Sexta-feira 29 Janeiro 2010

Vade Mecum Jurídico 2010. A Editora Lemos e Cruz acaba de lançar o seu consagrado Vade Mecum Jurídico 800 em 1.

Com apresentação do Jurísta Nelson Nery Jr. o Vademecum contempla todos os Códigos (Civil, Processo Civil, Penal, Processo Penal, Comercial, Tributário, Constituição Federal, CLT, bem como vasta Legislação).

Outro detalhe importante, comprando o Vade Mecum, você ganha um CD-Rom com a Nova Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa.

Ah… você não é da área? Muito bem, aproveite e presenteie uma Amiga ou Amigo!!

O Vade Mecum é ideal para uso diário de estudantes de Direito e também a todos que militam na área do Direito.

Além de ser muito prático, pois você carrega um livro com todos os Códigos, também é econômico… bom isso, não?

Aí está nossa dica para as Amigas e Amigos Advogados e Estudantes de Direito.

Esperando o quê? Garanta já seu exemplar novinho  do Vademecum 800 em 1, visite uma das livrarias virtuais abaixo:

Site da própria editora: www.lemosecruz.com.br

Site da Livraria União Editorial: www.uniaoeditorial.com.br

São todos parceiros de muito “Estilo”!

Atendem muito bem e entregam rapidinho.

Vade Mecum Jurídico 2010

Vade Mecum Jurídico 2010

Dica de site sobre Mulheres

Posted under Literatura Feminina by Editorial Estilo Feminino on Quinta-feira 19 Novembro 2009

Olá Amigas!

Dando sequência ao post anterior, tenho outra dica de um site ótimo sobre vários temas ligados a mulher.

O site é da Editora Abril e chama-se: M DE MULHER.COM.BR – http://mdemulher.abril.com.br/

Nele você encontra vários artigos, dicas e comentários sobre: Amor e sexo, Dietas, Beleza, Cabelos, Carreira, Culinária, Dinheiro, Família, Horóscopo, Moda, Saúde e muito mais. Vale conferir e guardar nos favoritos.

Você também pode se cadastrar no Feed (RSS) deles e receber as atualizações do site.

Uma das dicas que achei, foi a de uma leitora do site. Até já usei a dica e gostei muito:

Rosto sem cravos

Enviada por: Gisele de Faria Franca, 25 anos, recepcionista, São Gonçalo, RJ

Para tirar cravos do rosto, eu preparo um esfoliante com açúcar e mel e aplico na pele com movimentos leves e circulares. Minha pele fica lisinha, lisinha.

Beijos e fiquem com Deus!

Dicas para mulheres modernas

Posted under Literatura Feminina by Editorial Estilo Feminino on Domingo 15 Novembro 2009

Olá, gente!

Encontramos na net muito sites sobre o universo feminino, uns vendendo produtos, outros reunindo informações que realmente ajudam o nosso dia-a-dia.

Este é o caso do site Dicas de Mulher, no endereço: www.dicasdemulher.com.br 

O site sempre bem atualizado, trás diversos assuntos para o público feminino, mas útil também aos homens (para conhecer melhor as mulheres, rsrs).

No site você encontra artigos e dicas sobre Moda Feminina, Beleza, Cosméticos, Saúde da Mulher, Comportamento etc.

Vale a pena conferir!

Para as Advogadas – Agendas Jurídicas

Posted under Literatura Feminina by Editorial Estilo Feminino on Domingo 20 Setembro 2009

Para as amigas Advogadas, a Livraria Jurídica União Editorial informa que já estão disponíveis as Agendas Jurídicas 2010.

São 3 modelos para você escolher e administrar seu dia-a-dia no trabalho.

Visite o site da livraria, clique aqui ou acesse: www.uniaoeditorial.com.br

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 Agenda Jurídica 2010

Violência doméstica

Posted under Literatura Feminina by Editorial Estilo Feminino on Terça-feira 30 Junho 2009

A partir de 07 de agosto de 2006, uma dessas tantas Marias entrou para a história: Maria da Penha Maia, 60 anos, mãe de três filhas, vítima emblemática da violência doméstica, fez da dor inspiração para o ativismo. Em 1983, seu ex-marido, professor universitário, tentou matá-la duas vezes. Na primeira vez a tiros; na segunda, tentando eletrocutá-la. As marcas e seqüelas das agressões não atingiram apenas seu espírito. Marcaram-na irreversivelmente na integridade de suas funções vitais: Penha ficou tetraplégica.
Nove longos anos de processo criminal resultaram na condenação de seu algoz a oito anos de prisão. Por força das normas de execução da pena, permaneceu segregado dois anos; foi libertado em 2002. A história de dor e vitimação de Maria da Penha chegou ao conhecimento da Comissão Interamericana dos Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) e as agressões contra sua vida foram reconhecidas oficialmente, em nível internacional, pela primeira vez na história, crimes de violência doméstica.

Mas vingança e castigo não passaram a ser, depois da tragédia, pauta principal na vida de Maria da Penha. Forjada pela dor, passou a batalhar por proteção mais eficaz às vítimas da violência doméstica e familiar. Hoje, Maria da Penha exerce militância ativa na luta em defesa da mulher vítima de violência doméstica e familiar: é coordenadora de estudos, pesquisas e publicações da APAVV – Associação de Parentes e Amigos de Vítimas de Violência -, no Ceará.

Seu empenho foi reconhecido no dia em que o Presidente Lula sancionou a Lei 11.340/2006, que o Brasil passou a conhecer como Lei Maria da Penha – lei com nome de mulher -, justa homenagem à guerreira que, durante anos, promoveu o debate e estimulou o pleito de proteção e atendimento às vítimas da violência doméstica e familiar. Maria da Penha estava presente à cerimônia de sanção da lei, ao lado de autoridades e companheiras de luta – representantes de movimentos feministas -, encarnando outras tantas Marias corajosas, sofridas e anônimas.

Nem perfeita, nem milagrosa, a lei tem como principal mérito reconhecer e definir a violência doméstica em suas diversas manifestações, além de prever a criação de sistema integrado de proteção e atendimento às vítimas. Embora o destaque maior, no próprio texto legal, na mídia e na sociedade, esteja centrado nas normas penais que contém, não é esta sua faceta mais importante e inovadora.

A Lei Maria da Penha revela presença organizada das mulheres no embate humano, social e político por respeito. Sua presença está marcada na ênfase à valorização e inclusão da vítima no contexto do processo penal, na preocupação com prevenção, proteção e assistência aos atores do conflito, no resguardo de conquistas femininas, como espaço no mercado de trabalho.

A voz ativa das mulheres na elaboração da lei revela-se sutilmente em alguns dispositivos considerados mal redigidos ou desnecessários, como o artigo 2º, que garante às mulheres titularidade e efetivo exercício dos direitos humanos; ou como o artigo 17, que veda a aplicação de pena de cestas básicas, inexistente no Direito Penal brasileiro; ou ainda como o parágrafo único do artigo 21, que proíbe incumbir a mulher agredida de entregar notificação ou intimação ao violador. Garantias (re) proclamadas em face da realidade vitimizante, com origem na exigência ferrenha das próprias mulheres, que sentem na pele o desrespeito a seus direitos fundamentais e a trivialização do conflito intrafamiliar violento.

Para conhecer melhor a LEI MARIA DA PENHA, foi publicado um livro a respeito, vale a pena conferir:

MARIA DA PENHA LEI COM NOME DE MULHER – VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR

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